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domingo, 3 de dezembro de 2017

HIPSTER

O que é Hipster:

Hipster é uma palavra inglesa usada para descrever um grupo de pessoas com estilo próprio e que habitualmente inventa moda, determinando novas tendências alternativas.
O termo deriva de “hip”, um adjetivo inglês usado desde a década de 1940 com o significado de “descolado” ou “inovador”, designando os jovens brancos e ricos que imitavam o estilo dos negros do jazz.
A cultura hipster foi descrita como um melting pot de estilos, gostos e comportamentos sempre em mutação.[1]Segundo Christian Lorentzen, do Time Out New York, "o hipsterismo fetichiza a autenticidade" dos elementos de todos os "movimentos marginais do pós-guerrabeathippiepunk e mesmo o grunge" - e se baseia na "reserva cultural de etnicidadesnão fundidas", para "regurgitar tudo isso com uma inautenticidade faiscante." [2] Para outros, como Arsel e Thompson, hipster, mais do que um grupo objetivo de pessoas, é uma mitologia cultural ou a cristalização de um estereótipo mediatizado, gerado com o propósito de compreender, categorizar e trazer o consumidor de cultura indie para o mercado.[3]




































Acessórios Hipster
Para criar o estilo extravagante, os hipsters resgataram alguns acessórios antigos como chapéus fedora e óculos escuros modelo wayfarer. As calças skinny, poá e alguns padrões de xadrez são destaque em suas roupas.
Normalmente os hipsters têm um gosto musical bastante distinto, não gostando de bandas e músicas muito comerciais. Normalmente gostam de ouvir Tom Waitts, Bob Dylan e bandas de rock alternativas. Têm preferência por filmes antigos e adoram frequentar brechós, feirinhas, galerias de arte e museus.
Gostam de contrariar as convenções sociais, têm antipatia pela cultura comercial dominante e procuram resgatar as culturas populares locais. São contra aquilo que é descrito em inglês como mainstream, palavra que descreve os costumes, tendências e modas mais populares e seguidas pela maioria.
Se para alguns, os hipsters se vestem de um jeito inusitado e autêntico, para outros são classificados como cafonas, com visual afetado e criadores de combinações desastrosas.
No início de 2000, a palavra surgiu para classificar um grupo de pessoas que na maior parte das vezes tem entre 15 e 25 anos, geralmente de classe média, que combina peças de roupa de estilo moderno e vintage compondo um look original.

sábado, 2 de julho de 2016

BLOG

Alguns emails que recebo ,estão sempre perguntando como comecei a escrever no blog.
Foi durante a abertura das lojas de calcados sentada no mezanino de uma das lojas em uma mesinha pequena e um note,que senti necessidade de pesquisar mais sobre o assunto.
Na verdade comecei fazendo arquitetura de interiores e na época eu já desconfiava que moda e arquitetura caminham lado a lado.
Caso vc tenha esse sentimento que algo esta errado em vc ,pq o que todo mundo faz e veste não te atrai!!
Fique desesperada ,esse é o primeiro sinal....outro sinal importante é a observação...se ficar observando as pessoas passarem de uma lado para o outro ..comece a prestar atenção...rsrs....
Agora o que julgo mais  grave...do nada algum objeto ou determinada cor começa a chamar sua atenção...
Prestar atenção em determinada mudança de comportamento e padrão...então sinto mto em te comunicar ..vc não esta maluca...
Vc é uma especie de antena do mundo e consegue visualizar um pouco mais a frente..especie de consciente coletivo aguçado...sabe??
E foi então que comecei a me familiarizar com sites e blogs de moda. 
Eu não acompanhava nenhum na época e lembro que a minha primeira reação ao começar a ler alguns blogs: por que essas meninas não colocam os produtos que elas estão usando já com link para que as pessoas possam comprar online (hoje a maioria já faz isso, mas na época ninguém fazia).
A proposito ainda não vendo produtos on line e gostaria muito de abrir uma loja virtual,portanto se vc entende de como montar uma loja virtual,aceito sugestões.
Ja tentei ler e entender como montar uma loja virtual sem custo e sinceramente não consegui.
Ao mesmo tempo que pensei isso, eu não queria ser blogueira, não achava minha vida fashion  o suficiente pra sair compartilhando tudo o que eu fazia (até porque vivo de jeans e camiseta, então meus looks do dia com certeza não seriam muito atraentes,a medida que fui pesquisando e estudando é claro mudei...e perdi um pouco do uniforme visita a obra..rsrs). 
Outra coisa que pensava é que o blog tem uma vida útil, e segue a vida da blogueira. 
É inevitável que, quando a blogueira mude seu estilo de vida e isso de uma forma ou outra interfira no blog.
Então pensei em criar um BLOG que tivesse inspirações de looks reais, cheios de street style, que pudesse ser comprado no mesmo minuto. 
Mas, principalmente, um site democrático, que falasse com as pessoas de uma forma que elas se identificassem (sem mostrar só mulheres que usam grifes dos pés à cabeça e marcas inatingíveis pra maioria das pessoas). 
Dessa forma, o intuito era ser uma ferramenta pra facilitar a procura de looks e inspirar mulheres do mundo todo, sem que fosse um blog que falasse do estilo de uma única pessoa. 
Já com a ideia em mente, comecei a pensar o que eu precisava pra colocar isso em prática. 
Sempre gostei de moda, mas meu maior interesse sempre foi o lado do negócio como um todo.
Ate pq sempre questionei o style"dentro da caixinha" e "moda antes de tudo é comportamento",então pq as pessoas compravam o obvio e o que todo mundo tem.
Era preciso sinalizar que" estar na moda" é ter atitude.
Passei a ajudar as amigas mais próximas e prestar uma especie de consultoria.
Hoje tenho uma loja física ,que faco questão que seja diferente de toda e qualquer loja de roupas.
Na Loja B&G que fica em Cantagalo/RJ ,o nosso atendimento é diferenciado.
Na loja vc recebe orientação "especie de com que roupa eu vou"....
Já tive 5 lojas e comecei a minha primeira loja com 20 anos. Todo o dinheiro que investimos no negócio até hoje foi dinheiro que veio do próprio negócio. Acredito que essa é a melhor forma de se começar um negócio, pois crescendo organicamente você vai ajustando falhas e conhecendo o mercado, sem ter a pressão de um grande investidor que provavelmente teria ficado com um percentual muito grande da ideia pra aceitar injetar capital.